Penso que a escola deve possibilitar ao aluno a construção do conhecimento, como um processo continuo de informações baseado no seu interesse possibilitado a fazer suas descobertas, com respostas de suas dúvidas.Sendo o papel do professor, o do mediador neste processo, desafiando e incentivando o aluno, que por sua vez, deve ter compromisso com a sua busca do saber com suas descobertas.
A curiosidade e a busca de informações é que vão gerar este conhecimento, numa continuidade estimulada pelo desafio e pelas novas situações problematizadoras que vão surgindo durante o processo de construção deste conhecimento construindo seus conceitos surgindo durante o processo de construção deste conhecimento, construindo seus conceitos com comprometimento do aluno na sua aprendizagem. Ao falarmos sobre a aprendizagem precisamos levar em conta as concepções que são, encontradas nos referenciais bibliográficos de psicologia da aprendizagem como uma "MODIFICAÇÃO DO COMPORTAMENTO".E, também,uma segunda concepção de aprendizagem, na visão de Humberto Maturana que apresenta o conceito:
ÄPRENDER É UMA MODIFICAÇÃO ESTRUTURAL NÃO DO COMPORTAMENTO,
MAS DA CONVIVÊNCIA ".(maturana , 1994).
quinta-feira, 1 de julho de 2010
quarta-feira, 5 de maio de 2010
"Construindo afetos e responsabilidades: "Valorizando a vida"
"Construindo afetos e responsabilidades: "Valorizando a vida
Nas atividades desta semana trabalhando um projeto, para valorizar e homenegear as mães a nossa escola decidiu confeccionar com os alunos uma "bolsa ecológica" e esta faz parte de outro projeto anual que é sobre meio ambiente. Penso que é se auto-conhecendo e respeitando que as crianças irão valorizar e respeitar a si, ao próximo e ao meio ambiente. Mas é preciso construir estes afetos e valores em parceria com as famílias. Felizmente, esta é uma preocupação de toda equipe de trabalho da Escola José Schmidt que comptempla estes aspectos no PPP, na sua Filosofia:
" A Escola Municipal de Ensino Fundamental José Schmidt prioriza os primeiros anos de Ensino Fundamental, proporcionando possibilidades para seus educandos ao desenvolvimento pleno, na busca de torná-los sujeitos críticos, participativos conscientes de seus direitos e deveres, auto-confiantes, que respeitem a si, ao próximo e ao meio ambiente, valorizando permanentemente o trabalho em equipe, o profissionalismo, o planejamento e o aperfeiçoamento contínuo, contemplando o período da infância com momentos de criatividade expressão,de afeto e preparação para a vida, enfim, tornando-se uma criança livre, comprometida com a sociedade, e, principalmente feliz."
"Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo." (Paulo Freire)
Nas atividades desta semana trabalhando um projeto, para valorizar e homenegear as mães a nossa escola decidiu confeccionar com os alunos uma "bolsa ecológica" e esta faz parte de outro projeto anual que é sobre meio ambiente. Penso que é se auto-conhecendo e respeitando que as crianças irão valorizar e respeitar a si, ao próximo e ao meio ambiente. Mas é preciso construir estes afetos e valores em parceria com as famílias. Felizmente, esta é uma preocupação de toda equipe de trabalho da Escola José Schmidt que comptempla estes aspectos no PPP, na sua Filosofia:
" A Escola Municipal de Ensino Fundamental José Schmidt prioriza os primeiros anos de Ensino Fundamental, proporcionando possibilidades para seus educandos ao desenvolvimento pleno, na busca de torná-los sujeitos críticos, participativos conscientes de seus direitos e deveres, auto-confiantes, que respeitem a si, ao próximo e ao meio ambiente, valorizando permanentemente o trabalho em equipe, o profissionalismo, o planejamento e o aperfeiçoamento contínuo, contemplando o período da infância com momentos de criatividade expressão,de afeto e preparação para a vida, enfim, tornando-se uma criança livre, comprometida com a sociedade, e, principalmente feliz."
"Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo." (Paulo Freire)
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Temáticas que promovam a vivência da realidade:
Uma questão que me inquieta muito é se: "as vivências e aprendizagens construídas estão contribuindo na melhoria de vida de meus alunos, tornando-os mais responsáveis, auto-confiantes, solidários, críticos enfim, preparados para o exercício de sua cidadania. Durante este curso confirmei a importância de se trabalhar a família, situá-los no tempo e no espaço, como algo fundamental ao desenvolvimento do aluno e sua compreensão da realidade. E, por isso, estou buscando trabalhar a partir destas questões próximas e significativas para os meus alunos.
E, sei que tenho muito a aprender, a melhorar e a inovar. Mas quero ressaltar que, faço um grande esforço para atender as necessidades, a realidade e os interesses dos meus alunos. O trabalho não é perfeito, não tem resultado imediato, pois muitas vezes os alunos chegam até nós com lacunas, faltam noções básicas que trabalhadas adequadamente/satisfatoriamente, ou construídas em fases de desenvolvimento anteriores e então, falta a base. E, então, não adianta ficar lamentando, mas ao contrário promover atividades e vivências que ajudem os alunos superarem certas dificuldades e valorizar o crescimento de cada um.
Penso que aos poucos, lendo, corrigindo, reescrevendo, interagindo com os colegas, com a professora, que esta buscando intervir, problematizar as questões, buscar soluções, compreender a realidade, vou percebendo o crescimento de cada um, inclusive, o meu crescimento. A construção de aprendizagens é algo muito desafiador, exige mais reflexão e busca nos planejamentos, não para passar conhecimentos, mas para motivá-los a ir em busca de resposta para as questões levantadas sejam elas de interesse da turma ou não. E, enfim, não temos certeza de um resultado perfeito, mas de um processo que apesar de imperfeito, promove o crescimento e a autonomia dos nossos alunos e também o meu como ser humano e profissional.
E, sei que tenho muito a aprender, a melhorar e a inovar. Mas quero ressaltar que, faço um grande esforço para atender as necessidades, a realidade e os interesses dos meus alunos. O trabalho não é perfeito, não tem resultado imediato, pois muitas vezes os alunos chegam até nós com lacunas, faltam noções básicas que trabalhadas adequadamente/satisfatoriamente, ou construídas em fases de desenvolvimento anteriores e então, falta a base. E, então, não adianta ficar lamentando, mas ao contrário promover atividades e vivências que ajudem os alunos superarem certas dificuldades e valorizar o crescimento de cada um.
Penso que aos poucos, lendo, corrigindo, reescrevendo, interagindo com os colegas, com a professora, que esta buscando intervir, problematizar as questões, buscar soluções, compreender a realidade, vou percebendo o crescimento de cada um, inclusive, o meu crescimento. A construção de aprendizagens é algo muito desafiador, exige mais reflexão e busca nos planejamentos, não para passar conhecimentos, mas para motivá-los a ir em busca de resposta para as questões levantadas sejam elas de interesse da turma ou não. E, enfim, não temos certeza de um resultado perfeito, mas de um processo que apesar de imperfeito, promove o crescimento e a autonomia dos nossos alunos e também o meu como ser humano e profissional.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Elaboração do jornal da Escola
A atividade de produção do Jornal da Escola, foi pensada, discutida com os alunos da turma da quarta série e no momento em que já tinhamos estabelecido os objetivos, definido algumas estratégias e organizado os grupos então, conversei com a direção e os demais professores da escola para pedir a contribuição/colaboração de todos. Tendo em vista, que o jornal irá informar o que está acontecendo na escola, toda comunidade escolar considerou uma boa ideia. Os alunos estão muito responsáveis, empenhados na realização do que ficou a seu encargo. Cada grupo esta acessando o jornal nos computadores da escola e digitando, organizando a sua parte.
O jornal esta sendo produzido lentamente, mas penso que importante é o processo experimentado/vivenciado pelos alunos que os levou a buscar informações, a se desinibir, a se organizar, cooperar uns com os outros e elaborar questões entre outras. Ao longo deste trabalho também será costruído uma síntese onde cada grupo irá relatar como foi esta experiência, suas buscas, alegrias ou frustrações e até mesmo o sentimento de ver ao final o jornal da escola produzido cooperativamente.
O que me encorajou a dar andamento ao projeto foram as aprendizagens oportunizadas em particular nos trabalhos em grupos no PA. Penso que uma experiência desafiadora provoca em nós muitos sentimentos: insegurança por ser algo desconhecido, que não está pronto e precisa ser construído, responsabilidade diante do grupo, todos precisam fazer a sua parte para que o projeto tenha sucesso, solidariedade, pois é no grupo que buscamos apoio, incentivo e auto-confiança quando conseguimos fazer algo que pensavamos ser difícil.
Justifica-se trabalhar com arquiteturas pedagógicas,“pensar a aprendizagem como um trabalho artesanal, construído na vivência de experiências e na demanda de ação, interação e meta-reflexão do sujeito sobre os fatos, os objetos e o meio ambiente sócio-ecológico” (Kerckhove, 2003).
O jornal esta sendo produzido lentamente, mas penso que importante é o processo experimentado/vivenciado pelos alunos que os levou a buscar informações, a se desinibir, a se organizar, cooperar uns com os outros e elaborar questões entre outras. Ao longo deste trabalho também será costruído uma síntese onde cada grupo irá relatar como foi esta experiência, suas buscas, alegrias ou frustrações e até mesmo o sentimento de ver ao final o jornal da escola produzido cooperativamente.
O que me encorajou a dar andamento ao projeto foram as aprendizagens oportunizadas em particular nos trabalhos em grupos no PA. Penso que uma experiência desafiadora provoca em nós muitos sentimentos: insegurança por ser algo desconhecido, que não está pronto e precisa ser construído, responsabilidade diante do grupo, todos precisam fazer a sua parte para que o projeto tenha sucesso, solidariedade, pois é no grupo que buscamos apoio, incentivo e auto-confiança quando conseguimos fazer algo que pensavamos ser difícil.
Justifica-se trabalhar com arquiteturas pedagógicas,“pensar a aprendizagem como um trabalho artesanal, construído na vivência de experiências e na demanda de ação, interação e meta-reflexão do sujeito sobre os fatos, os objetos e o meio ambiente sócio-ecológico” (Kerckhove, 2003).
Reflexão sobre o planejamento semanal
Já realizamos o planejamento em nossas escolas, temos orientações da coordenadora pedagógica , que aliás acompanha o nosso trabalho e esta sempre buscando saber como esta o processo de aprendizagem dos nossos alunos. Mas é muito bom parar para pensar sobre o próprio planejamento e verificar:
O planejamento atende as necessidade e interesses dos nossos alunos?
As atividades motivam, aguçam a curiosidade ou são simplesmente repassadas para os alunos?
Ocorre interação entre os alunos, professores e com o meio?
Tento responder à estas questões através da elaboração do planejamento, levando em conta alguns fundamentos teóricos e sua aplicação, do constante diálogo com a direção, coordenação e colegas da rede. Também estou constantemente me auto-avaliando, revendo conceitos e práticas na busca de responder estas questões que considero relevantes no processo de aprendizagem.
O planejamento atende as necessidade e interesses dos nossos alunos?
As atividades motivam, aguçam a curiosidade ou são simplesmente repassadas para os alunos?
Ocorre interação entre os alunos, professores e com o meio?
Tento responder à estas questões através da elaboração do planejamento, levando em conta alguns fundamentos teóricos e sua aplicação, do constante diálogo com a direção, coordenação e colegas da rede. Também estou constantemente me auto-avaliando, revendo conceitos e práticas na busca de responder estas questões que considero relevantes no processo de aprendizagem.
Respeitando as individualidades superando as dificuldades:
Continuo pensando, observando e refletindo muito seriamente sobre cada passo do plenejamento e este deve ser pensado visando atender os interesses e necessidades dos alunos, levando em conta os conhecimentos prévios e a realidade.O conhecimento não pode ser transmitido, simplesmente repassado para os nossos alunos, pois segundo Piaget é algo construído através de interações significativas dos alunos entre si e com o meio. A partir das minhas observações estou percebendo com muita clareza os efeitos da prática de trabalhos em grupos, que promovem a interação e daquelas que em que isto não ocorre. No trabalho em grupo, como está sendo o do projeto da elaboração do jornal da escola, por exemplo, onde cada grupo está buscando informações, fazendo as entrevistas, digitando e colaborando ativamente neste trabalho é um processo lento, mas muito produtivo. Penso que precisamos parar de querer "passar tanto conteúdo" aos nossos alunos e respeitar as etapas de desenvolvimento de cada um.
"Com certeza o planejamento é o instrumento que comptempla o sonho, o sonho que se tranforma em ação concreta assim que vai sendo executado."
Do acaso à intenção em estudos Sociais
Maria Aparecida Bergamaschi
"Com certeza o planejamento é o instrumento que comptempla o sonho, o sonho que se tranforma em ação concreta assim que vai sendo executado."
Do acaso à intenção em estudos Sociais
Maria Aparecida Bergamaschi
segunda-feira, 22 de março de 2010
ReFlexão sobre o Início do Estágio
As aulas no município de Nova Hartz começaram no dia vinte e dois de fevereiro. E estou pensando o meu estágio bem antes desta data e com algumas práticas de trabalhos cooperativos, utilizando a tecnologias disponíveis na escola. Não temos acesso a internet, mas trabalhamos com fotos, digitações, desenhos dentro de um projeto inicial que pensei para prepará-los para o trabalho com PA. Não tenho dúvidas de que o computador e suas ferramentas é muito atrativo e desafiador, por isso, aos poucos estou percebendo oportunidades e aprendendo a utilizar estas tecnologias com meus alunos, e les precisam aprender o básico, como ocorreu comigo e talvez com outras colegas do curso: digitar, formatar textos, inserir fotos, desenhar, pesquisar, que aliás será um dos nossos próximos passos. Pois será aos poucos que irão se apropriando do uso das tecnologias, desenvolvendo a cada momento a autonomia e auto-confiança.
"Quem ensina, aprende ao ensinar; quem aprende, ensina ao aprender." (Paulo Freire).
"Quem ensina, aprende ao ensinar; quem aprende, ensina ao aprender." (Paulo Freire).
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