Num comentário sobre uma atividade recebi um questionamento que me fez refletir e entender melhor a importância da teoria na prática e por isso vou colocá-los em evidência no meu portifólio. O comentário/questionamento foi feito pelo tutor Gérson: Citaste no teu comentário que: “...como aparece no PPP, isto acontece apenas em parte pois, esta desatualizado, havendo pouco tempo e espaço para avaliação e reelaboração do mesmo mediante a participação efetiva de toda a comunidade escola.” Pergunto o que a escola está fazendo para modificar isto? Como a comunidade está sendo provocada para as mudanças necessárias?
Coloquei como resposta:
A nível de escola, eu particularmente já comentei sobre a necessidade de nos articularmos para modificar a situação que coloco em relação a reelaboração do PPP contando com a participação dos vários segmentos da escola e minhas colegas concordam. Também a SMECEL está preocupada em resolver esta situação e promoveu curso para os professores para prepará-los melhor para este processo de reelaboração do PPP. No entanto, detectou alguns aspectos do Regimento que não estão em conformidade com a LDB e, por isso, primeiro, se realizarão algumas mudanças no Regimento Escolar Padrão do município que está prevista para este ano, e, em seguida, no decorrere do ano que vem, a atualização do PPP pelas comunidades escolares, tendo em vista que precisamos do regimento para isto. O que estou aprendendo no curso contribuiu para que eu percebesse com mais clareza a importância deste processo de reelaboração do PPP.
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
terça-feira, 30 de setembro de 2008
APRENDENDO TRABALHAR EM GRUPO
Este comentário postei no diário de bordo do nosso grupo:
Hoje, nos reunimos no pólo na expectativa do bate-papo com a professora Liliana. Mas snif, snif, esqueceram de nós... A Elci, a Ivone e eu aproveitamos o encontro para trocar idéias, inclusive, com as colegas Fabiana e Simoni, pelo MSN. Foi um encontro muito interessante que nos fez perceber o quanto o grupo está integrado e empenhado na realização do trabalho, que está sendo muito desafiador. Através dele estamos aprendendo a trabalhar em equipe e, na maior parte do tempo, à distância.Trabalhar em grupo é extremamente difícil, pois precisamos ouvir os colegas, fazer as nossas ponderações e chegar a um consenso, a um ponto de vista que contemple o entendimento da maioria. Essas trocas, debates, discussões são um processo fundamental para o crescimento.
Márcia Fabiane Menezes
Hoje, nos reunimos no pólo na expectativa do bate-papo com a professora Liliana. Mas snif, snif, esqueceram de nós... A Elci, a Ivone e eu aproveitamos o encontro para trocar idéias, inclusive, com as colegas Fabiana e Simoni, pelo MSN. Foi um encontro muito interessante que nos fez perceber o quanto o grupo está integrado e empenhado na realização do trabalho, que está sendo muito desafiador. Através dele estamos aprendendo a trabalhar em equipe e, na maior parte do tempo, à distância.Trabalhar em grupo é extremamente difícil, pois precisamos ouvir os colegas, fazer as nossas ponderações e chegar a um consenso, a um ponto de vista que contemple o entendimento da maioria. Essas trocas, debates, discussões são um processo fundamental para o crescimento.
Márcia Fabiane Menezes
Reflexão
Num comentário feito à uma atividade de psicologia recebi alguns questionamentos que considero interessantes e por isso resolvi registrá-los no meu portifólio e também, a reflexão que fiz a cerca destes.
"senti falta de exemplos de como as pessoas vivenciam os aspectos menos saudáveis das etapas. Por exemplo: como percebes o isolamento no adulto jovem e a estagnação no adulto maduro? No final do teu trabalho trazes uma citação em relação ao trabalho clínico possível a partir da teoria de Erikson. E na educação, que contribuições essa teoria pode trazer?"
Pelo que entendi, o isolamento no adulto jovem acontece quando a pessoa não constitui família ou não tem um grupo de amigos com quem se preocupar ou se responsabilizar, então passa a ter essa sensação se isolamento.E a estagnação do jovem adulto penso que é quando a pessoa não chega a generatividade e se fecha em si mesmo, não conseguindo se preocupar com os demais familiares, amigos, se exclui da vida social e passa dar ênfase a determinadas coisas voltadas para si mesmo. Esta teoria pode contribuir na medida em que a interação entre professores e alunos ajuda a estabelecer uma relação de confiança entre ambos, pois, mesmo aluno tendo dificuldades se o professor for um incentivador e acreditar no potencial destes, com certeza irão desenvolver suas potencialidades.
"senti falta de exemplos de como as pessoas vivenciam os aspectos menos saudáveis das etapas. Por exemplo: como percebes o isolamento no adulto jovem e a estagnação no adulto maduro? No final do teu trabalho trazes uma citação em relação ao trabalho clínico possível a partir da teoria de Erikson. E na educação, que contribuições essa teoria pode trazer?"
Pelo que entendi, o isolamento no adulto jovem acontece quando a pessoa não constitui família ou não tem um grupo de amigos com quem se preocupar ou se responsabilizar, então passa a ter essa sensação se isolamento.E a estagnação do jovem adulto penso que é quando a pessoa não chega a generatividade e se fecha em si mesmo, não conseguindo se preocupar com os demais familiares, amigos, se exclui da vida social e passa dar ênfase a determinadas coisas voltadas para si mesmo. Esta teoria pode contribuir na medida em que a interação entre professores e alunos ajuda a estabelecer uma relação de confiança entre ambos, pois, mesmo aluno tendo dificuldades se o professor for um incentivador e acreditar no potencial destes, com certeza irão desenvolver suas potencialidades.
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
PPP, CURRÍCULO, AVALIAÇÃO E REGIMENTO ESCOLAR
O projeto político pedagógico é parte das políticas educacionais, é um documento provisório que afirma publicamente aquilo em que determinada comunidade acredita numa determinada prática educativa, este é provisório ou seja é flexível e deve estar sempre em reconstrução ou atualização através da participação de todos os segmentos da comunidade escolar: pais, professores, funcionários e alunos. este será determinado pelas concepções que temos de processo de ensino aprendizagem, de aluno de mundo, de sociedade e de currículo. O currículo vai organizar os tempos e espaços em que a escola vai desenvolver os conteúdos ou disciplinas levando em conta, o regimento da escola, e este deve estar de acordo com o regimento padrão do município.
A idéia de avaliação nasceu com a pedagogia tradicional e ainda se presente na maioria das escolas e segundo esta concepção a avaliação se dá apenas por meio da aplicação de instrumentos como questionários,provas, trabalhos escritos em geral em períodos regulares (bimestre, trimestre ou semestre), verificar a quantidade de informações e classificá-los com uma nota. No entanto, quando a concepção vai além da classificação, preocupando-se com o processo de aprendizagem do aluno ao longode todo o desenvolvimento curricular e ocorrendo por meio de um acompanhamento do aluno com o objetivo de reorientá-lo a cada dificuldade encontrada, situa-se numa perspectiva formativa e auxilia trazendo a realidade:
1)- A problematização, pois, se o aluno não está bem neste processo é um indício de que há necessidade de melhoria no planejamento docente;
2)-Permite a intervenção imediata no processo de aprendizagem;
3)-Permite também e reconstrução do currículo em desenvolvimento e dinamiza o atendimento das necessidades dos alunos.
A LDB prevê a progressão continuada e reclassificação dos alunos segundo alguns critérios com o objetivo de inclusão dos alunos.
A mobilidade escolar ou a conhecida transferência também e objeto de
regramento na LDB e em outros instrumentos normativos do CNE e dos Conselhos
de Educação Estaduais e Municipais.
Uma leitura mais cuidadosa do artigo 24 da LDB nos oferece indicativos de
que a escola hoje possui os instrumentos legais e normativos para exercitar sua
autonomia também no terreno do currículo e da avaliação da aprendizagem.
A idéia de avaliação nasceu com a pedagogia tradicional e ainda se presente na maioria das escolas e segundo esta concepção a avaliação se dá apenas por meio da aplicação de instrumentos como questionários,provas, trabalhos escritos em geral em períodos regulares (bimestre, trimestre ou semestre), verificar a quantidade de informações e classificá-los com uma nota. No entanto, quando a concepção vai além da classificação, preocupando-se com o processo de aprendizagem do aluno ao longode todo o desenvolvimento curricular e ocorrendo por meio de um acompanhamento do aluno com o objetivo de reorientá-lo a cada dificuldade encontrada, situa-se numa perspectiva formativa e auxilia trazendo a realidade:
1)- A problematização, pois, se o aluno não está bem neste processo é um indício de que há necessidade de melhoria no planejamento docente;
2)-Permite a intervenção imediata no processo de aprendizagem;
3)-Permite também e reconstrução do currículo em desenvolvimento e dinamiza o atendimento das necessidades dos alunos.
A LDB prevê a progressão continuada e reclassificação dos alunos segundo alguns critérios com o objetivo de inclusão dos alunos.
A mobilidade escolar ou a conhecida transferência também e objeto de
regramento na LDB e em outros instrumentos normativos do CNE e dos Conselhos
de Educação Estaduais e Municipais.
Uma leitura mais cuidadosa do artigo 24 da LDB nos oferece indicativos de
que a escola hoje possui os instrumentos legais e normativos para exercitar sua
autonomia também no terreno do currículo e da avaliação da aprendizagem.
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
APRENDER PARA COLABORAR
Refletindo sobre a importância de retomar os processos históricos, compreender conceitos tão complexos, estar conscientes dos direitos e deveres na prática comecei a me questionar: como esses conhecimentos fariam a diferença na prática?
E cheguei a conclusão que precisamos ser profissionais conscientes de tudo isto para poder colaborar ativa e criticamente nas decisões administrativas, pedagógicas e financeiras da escola, ajudando assim, a promover a participação efetiva de todos os segmentos da escola nas tomadas de decisões e garantir que o trabalho realizado seja de acordo com a realidade e as necessidades da comunidade.
E cheguei a conclusão que precisamos ser profissionais conscientes de tudo isto para poder colaborar ativa e criticamente nas decisões administrativas, pedagógicas e financeiras da escola, ajudando assim, a promover a participação efetiva de todos os segmentos da escola nas tomadas de decisões e garantir que o trabalho realizado seja de acordo com a realidade e as necessidades da comunidade.
IMPORTANTE PARA VIVERMOS BEM
Estive lendo algumas postagens, a linda mensagem que a Roseli nos presenteou(na verdade já havia lido a semana passada, mas já não dava mais tempo para comentá-la), a letra da música que a Márcia colocou do Jota Quest, que por sinal eu adoro e concordo com vocês, especialmente quando a Márcia fala em sermos compreensivos e tolerantes com as pessoas e penso que esta tarefa é difícil e que para conseguirmos isto precisamos aprender primeiro a ser tolerantes com a gente mesmo, aprender com os nossos erros e fazer deles degraus para o nosso crescimento como pessoa. Eu passei a observar mais atentamente as crianças com quem convivo, a me observar e também algumas pessoas que estão chegando na fase da velhice, percebi algumas/ características ou comportamentos descritos por Erikson nestas fases. Estas leituras, observações e reflexões com certeza contribuiram muito em todos os aspectos de minha vida. Precisamos estar sempre em busca de realizar os nossos sonhos e eles começam quando a gente é criança e para tenhamos forças e esperanças precisamos mantê-los vivos por toda a nossa vida e que se Deus permitir será até a velhice.
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
GESTÃO DEMOCRÁTICA X GESTÃO PATRIMONIALISTA
Pelo que entendi, os indicadores da gestão democrática são incompatíveis com os indicadores da gestão patrimonialista, justamente, pelos princípios que regem a gestão democrática que é de participação de toda a comunidade escolar na tomada de decisões que dizem respeito às dimensões administrativas, financeiras e pedagógicas da unidade escolar.
Segundo a análise de Benno Sander, a gestão democrática tem como base enfoque sociológico indica a primazia do critério político da efetividade, objetivando respostas às demandas e necessidades do cidadão. Este enfoque leva em consideração o contexto social, político e econômico onde é exercida a atividade administrativa. Sander acrescenta que seus estudos apontam, para além dos quatro enfoques salientados, a consolidação de um outro enfoque, o cultural.
Então, estes enfoques que a gestão democrática considera relevantes para a melhoria da educação se contrapõe a todos os indicadores da gestão patrimonial que tem como base à ênfase organizacional e tecnicista, bem como ao reducionismo normativista da busca da eficiência pela racionalização de processos.
Segundo a análise de Benno Sander, a gestão democrática tem como base enfoque sociológico indica a primazia do critério político da efetividade, objetivando respostas às demandas e necessidades do cidadão. Este enfoque leva em consideração o contexto social, político e econômico onde é exercida a atividade administrativa. Sander acrescenta que seus estudos apontam, para além dos quatro enfoques salientados, a consolidação de um outro enfoque, o cultural.
Então, estes enfoques que a gestão democrática considera relevantes para a melhoria da educação se contrapõe a todos os indicadores da gestão patrimonial que tem como base à ênfase organizacional e tecnicista, bem como ao reducionismo normativista da busca da eficiência pela racionalização de processos.
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