Lendo e refletindo sobre os relatos feitos no fórum sobre as questões étno-raciais, percebi o quanto o preconceito social, racial foi e ainda é algo históricamente forte e muitas vezes utilizado para demonstração de força, inteligência e poder. O preconceito existe de forma camuflada, mas felizmente, evoluimos muito e conforme artigo pesquisado na internet:
"Os trabalhos de geneticistas, antropólogos, sociólogos e outros cientistas do mundo inteiro derrubaram por terra toda e qualquer possibilidade de superioridade racial, e estes estudos culminaram com a Declaração Universal dos Direitos do Homem. Embora existam esforços contra a prática do racismo, esta ainda é comum a muitos povos da Terra. Uma demonstração vergonhosa para o ser humano sobre o racismo ocorreu em pleno século XX, a partir de 1948 na África do Sul, quando o apartheid manteve a população africana sob o domínio de um povo de origem européia. Este regime político racista acabou quando por pressão mundial foram convocadas as primeiras eleições para um governo multirracial de transição, em abril de 1994." É realmente vergonhoso....Mas já tivemos muitas vitórias contra o preconceito:
#Negros e índios nas universidades;
#Mulheres ocupando muitos cargos que eram exclusivamente ocupados por homens;
#Garantia dos direitos a educação para todos independente de classe social;
Entre outras.... E com certeza precisamos ir muito além, sonhar e buscar a cada momento uma sociedade mais justa e igualitária e isto só será possível através da educação.
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quarta-feira, 29 de abril de 2009
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Eu e os outros
Após, a primeira aula presencial e as leituras e atividades realizadas, percebi o quanto é difícil, trabalhar a nossa ancestralidade, nos identificar através das nossas origens e o quanto isso é importante. Depois de ler o texto, de Daniel Manducuru, confirmei a importância e a grandeza de cada ser humano, que com suas diferenças de características físicas: cor da pele. do cabelo, formato do rosto, cor do olho e outras mais e também diferenças culturais demosntradas através das suas crenças, hábitos, usos e costumes em função do seu pertencimento étnico.
Observar-me no espelho trouxe alguns sentimentos em relação a mim e a minha família que muitas vezes prefiro camuflar. quando somos crianças não sabemos lidar com algumas situações de discrinação por exemplo, deixa marcas. Mas, tenho muito orgulho de meus ancestrais, pois, de origem negra, italiana e sempre muito batalhadores, trabalhadores em busca de uma vida digna para a família e apesar de, ser de origem humilde, sempre valorizaram e apostaram na educação como um meio de crescimento, espiritual, intelectual e material. E eles são os exemplos de força e determinação que tenho.
A foto abaixo é da minha família:
Eu, meu marido Juares, meus filhos Lucas e Natália.

“O importante é não estar aqui ou ali, mas SER. E ser é uma ciência feita de pequenas e
grandes observações do cotidiano dentro e fora da pessoa."
Carlos Drummond de Andrade
Observar-me no espelho trouxe alguns sentimentos em relação a mim e a minha família que muitas vezes prefiro camuflar. quando somos crianças não sabemos lidar com algumas situações de discrinação por exemplo, deixa marcas. Mas, tenho muito orgulho de meus ancestrais, pois, de origem negra, italiana e sempre muito batalhadores, trabalhadores em busca de uma vida digna para a família e apesar de, ser de origem humilde, sempre valorizaram e apostaram na educação como um meio de crescimento, espiritual, intelectual e material. E eles são os exemplos de força e determinação que tenho.
A foto abaixo é da minha família:
Eu, meu marido Juares, meus filhos Lucas e Natália.

“O importante é não estar aqui ou ali, mas SER. E ser é uma ciência feita de pequenas e
grandes observações do cotidiano dentro e fora da pessoa."
Carlos Drummond de Andrade
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