Realizando o trabalho sobre o planejamento percebi com clareza algo que, na pressa do dia-a-dia acabamos deixando de lado,ou não nos damos conta, que é a sua importância, o seu sentido para a melhoria da educação.
Penso que de fato, se queremos melhorar a qualidade do nosso trabalho precisamos tomar cada vez mais consciência do sistema como um todo e da eficácia das nossas ações para manter o sistema que de certa forma exclui muitas pessoas do processo de ensino ou do poder que a educação, o nosso trabalho pode ter para transformar esta realidade.
Então, o planejamento nos ajuda a dar intencionalidade, organizar estratégias e avaliar melhor a construção do processo de aprendizagem.
Pra desenvolver o planejamento de maneira mais eficiente é necessário compreender como ocorre o processo em cada faixa etária, para que possamos utilizar materiais concretos, lúdicos adequados e também intervir quando necessário. Nós professores não temos o mero papel de transmitir conhecimentos, já que este ocorre por meio de interações, pela construção, mas temos o importante papel de mediadores e precisamos estar preparados para promover atividades diversificadas, interações significativas para que nosso alunos façam uma boa construção de aprendizagens.
A citação abaixo esta no texto: Planejamento: em busca de caminhos
Maria Bernadette Castro Rodrigues
"Planejamento é elaborar - decidir que tipo de sociedade e de homem se quer e que tipo
de ação educacional é necessária para isso; verificar a que distância se está deste tipo de
ação e até que ponto se está contribuindo para o resultado final que se pretende; propor uma
série orgânica de ações para diminuir esta distância e para contribuir mais para o resultado
final estabelecido; executar - agir em conformidade com o que foi proposto e avaliar - revisar
sempre cada um desses momentos e cada uma das ações, bem como cada um dos
documentos deles derivados" (Gandin, 1985, p.22).
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Fala-se/escreve-se/lê-se sempre do mesmo jeito?
Esta reflexão me levou a perceber a necessidade da valorização da nossa cultura que é muito rica e diversificada. Também, mudanças acontecem historicamente e por isso, faz-se necessário considerar a linguagem e os grupos sociais para que sua produção tenha mais significado e valorize a multiplicidade de discursos.
O grande desafio em nossas escolas, é o de perceber as necessidades de mudanças específicas, de acordo com a realidade, direcionando o olhar para atender a pluralidade cultural existente tanto na linguagem escrita quanto na linguagem oral de nosso povo.
Infelizmente, ainda não existe a valorização do vocabulário próprio de cada região, este olhar que atenda a pluralidade cultural.
Então, os alunos encontram muitas dificuldades para construção de significados da leitura e escrita (padronizada na escola), tendo em vista que, possuem seu jeito próprio de falar, construído no meio familiar e social em que vivem e também relativo a faixa etária de cada indivíduo. Penso que este fato seja um dos grandes motivos da repetência e evasão escolar.
"A partir dessa perspectiva, o trabalho escolar poderia abrir espaço para a multiplicidade de discursos, bem como abordar, relativizando, a questão do "certo" e do "errado" em linguagem, conforme vêm postulando estudos linguísticos cujos efeitos de sentido ainda não foram mobilizadores de novas práticas pedagógicas. Pensemos no que se diz, cotidianamente, sobre o que significa falar, ler e escrever bem. A reflexão sobre o conceito de diferença (diferenças linguísticas) ainda precisaria ''amadurecer".
Citação do texto: A leitura, a escrita e a oralidade como artefatos culturais (DALLA ZEN; TRINDADE, 2002)
O grande desafio em nossas escolas, é o de perceber as necessidades de mudanças específicas, de acordo com a realidade, direcionando o olhar para atender a pluralidade cultural existente tanto na linguagem escrita quanto na linguagem oral de nosso povo.
Infelizmente, ainda não existe a valorização do vocabulário próprio de cada região, este olhar que atenda a pluralidade cultural.
Então, os alunos encontram muitas dificuldades para construção de significados da leitura e escrita (padronizada na escola), tendo em vista que, possuem seu jeito próprio de falar, construído no meio familiar e social em que vivem e também relativo a faixa etária de cada indivíduo. Penso que este fato seja um dos grandes motivos da repetência e evasão escolar.
"A partir dessa perspectiva, o trabalho escolar poderia abrir espaço para a multiplicidade de discursos, bem como abordar, relativizando, a questão do "certo" e do "errado" em linguagem, conforme vêm postulando estudos linguísticos cujos efeitos de sentido ainda não foram mobilizadores de novas práticas pedagógicas. Pensemos no que se diz, cotidianamente, sobre o que significa falar, ler e escrever bem. A reflexão sobre o conceito de diferença (diferenças linguísticas) ainda precisaria ''amadurecer".
Citação do texto: A leitura, a escrita e a oralidade como artefatos culturais (DALLA ZEN; TRINDADE, 2002)
Marcas pedagógicas
Durante a realização desta atividade percebi que estou num processo de mudanças, revendo conceitos, discurso e a minha prática pedagógica. E, fiquei feliz, pois nas várias tentativas que estou fazendo para inovar na construção do conhecimento, estou aprendendo muito, no curso, com meus alunos, colegas, tutoras e professores. E este processo com meus alunos esta aos poucos se tornado melhor, de mais qualidade, pois penso que já estou deixando as marcas de uma prática pedagógica que contribui para o desenvolvimento da autoestima, da autonomia, da cooperação e do respeito mútuo. Temos o grande desafio de incentivar, estimular, fazer com que os nossos alunos acreditem no poder de transformação da educação, mas para isso é necessário persistência e confiança na potencialidade de cada um. E,estou percebendo os desafios da educação como um processo social, de responsabilidade de todos, onde cada um precisa fazer a sua parte e estou empenhada em fazer o melhor, dar a minha contribuição, para que aconteçam as mudanças necessárias para a inclusão de todos, já que a educação e direito de todos.
Um dos textos que desncadeou esta reflexão foi "O Menininho de Helen Buckley e o fragamento do texto colocado na página da primeira atividade que a interdisciplina:
“Prefiro pensar que o aprendizado vem dos primeiros contatos e vivências dos mestres que por longos anos tivemos, desde o maternal. As lembranças dos mestres que tivemos podem ter sido nosso primeiro aprendizado como professores. Suas imagens nos acompanham como as primeiras aprendizagens. " Repetimos traços de nossos mestres que, por sua vez, já repetiam traços de outros mestres. Esta especificidade do processo de nossa socialização profissional nos leva a pensar em algumas marcas que carregamos. São marcas permanentes e novas, ou marcas permanentes que se renovam, que se repetem, se atualizam ou superam”.(...) (Miguel Arroyo, Ofício de Mestre, 2002, p. 124)
Um dos textos que desncadeou esta reflexão foi "O Menininho de Helen Buckley e o fragamento do texto colocado na página da primeira atividade que a interdisciplina:
“Prefiro pensar que o aprendizado vem dos primeiros contatos e vivências dos mestres que por longos anos tivemos, desde o maternal. As lembranças dos mestres que tivemos podem ter sido nosso primeiro aprendizado como professores. Suas imagens nos acompanham como as primeiras aprendizagens. " Repetimos traços de nossos mestres que, por sua vez, já repetiam traços de outros mestres. Esta especificidade do processo de nossa socialização profissional nos leva a pensar em algumas marcas que carregamos. São marcas permanentes e novas, ou marcas permanentes que se renovam, que se repetem, se atualizam ou superam”.(...) (Miguel Arroyo, Ofício de Mestre, 2002, p. 124)
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Desabafo
Hoje é dia vinte e nove de junho de dois mil e nove, e já se passaram aproximadamente seis semestres deste curso de pedagogia. Que longa e desafiadora caminhada. Há poucos instantes atrás a colega Ivone e eu estávamos conversando sobre isto. Quantas aprendizagens, quantos desafios superados e que, ainda precisamos superar em relação ao uso das tecnologias, a interpretação e elaboração de textos, aos trabalhos em grupos, e a necessidade da dedicação e disponibilização de tempo necessário para aconteçam de fato, esta construção de aprendizagens promovida pelo curso através das inumeras e valiosas interações que tivemos até o momento.
Hoje eu me orgulho de dizer que após este tempo de curso tirei uma venda dos meus olhos, conheço melhor a realidade escolar, educacional e que trabalho, tenho mais segurança nas questões relacionadas ao planejamento, procuro promover a ação e interação necessárias para a construção de conhecimento dos meus alunos e estou mais crítica e participativa, dando sempre a minha contribuição, no intuito de melhor a qualidade da educação na escola e município onde trabalho.
sei que tenho muitos desafios a serem superados...sei também da importância de cada um deles para que sejamos melhores em todos os aspectos de nossa vida, seja pessoal, profissional ou de estudantes... E, por isso, Vale a pena......
Hoje eu me orgulho de dizer que após este tempo de curso tirei uma venda dos meus olhos, conheço melhor a realidade escolar, educacional e que trabalho, tenho mais segurança nas questões relacionadas ao planejamento, procuro promover a ação e interação necessárias para a construção de conhecimento dos meus alunos e estou mais crítica e participativa, dando sempre a minha contribuição, no intuito de melhor a qualidade da educação na escola e município onde trabalho.
sei que tenho muitos desafios a serem superados...sei também da importância de cada um deles para que sejamos melhores em todos os aspectos de nossa vida, seja pessoal, profissional ou de estudantes... E, por isso, Vale a pena......
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Reflexão sobre a inclusão
Independente de ter ou não deficiência física, mental, visual ou auditiva a criança tem direito assegurado por lei de estar na escola. E, também os pais não tem opção de mandar ou não os seus filhos para a escola regular, no entanto, pode optar entre mandar ou não seu filho para o atendimento educacional especializado.
Também é importante ressaltar que as crianças com necessidades especiais tem o direito de interação com outras crianças e adultos e também de terem acesso a materiais que facilitem a construção do conhecimento, de aprender dentro das suas limitações, ter garantia de acessibilidade com as várias adaptações na escola.
Confesso que antes de ter acesso a todas as aprendizagens da interdisciplina de Necessidades Especiais não era favorável à inclusão. A inclusão que nos foi mostrada, no entanto, através dos filmes e leituras, esta sim é uma verdadeira inclusão. Sou favorável.
Também é importante ressaltar que as crianças com necessidades especiais tem o direito de interação com outras crianças e adultos e também de terem acesso a materiais que facilitem a construção do conhecimento, de aprender dentro das suas limitações, ter garantia de acessibilidade com as várias adaptações na escola.
Confesso que antes de ter acesso a todas as aprendizagens da interdisciplina de Necessidades Especiais não era favorável à inclusão. A inclusão que nos foi mostrada, no entanto, através dos filmes e leituras, esta sim é uma verdadeira inclusão. Sou favorável.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Reflexão sobre deficiência mental
Após, assistir o filme sobre deficiência mental, percebo que é extremamente necessário que se promovam atividades diferenciadas, a partir de muita interação e ação e que levem em conta os interesses dos educandos e que também se valorize aquilo que eles conseguem fazer, construir. Na verdade, não adianta querer trabalhar conteúdos e mais conteúdos, pois a aprendizagem de deficientes mentais é mais lenta, as crianças precisam de mais tempo para aprender a falar, a caminhar e a aprender as competências necessárias para cuidar de si, tal como vestir-se ou comer com autonomia. É natural portanto que enfrentem dificuldades na escola. No entanto, aprenderão, mas necessitarão de mais tempo. É possível que não consigam aprender algumas coisas. Outro aspecto importante é a questão de socialização que precisa ser trabalhada. Por exemplo, em minha escola temos dois casos de crianças com deficiência que não estão incluidas no trabalho, não há atividades diferenciadas e eles estão ociosos e em função disso brigando, falando palavrões. è lamentável que isto ainda aconteça, mas é parte da realidade. Apesar do conhecimento que já se tem a respeito e das crianças suspeitas de portarem tal limitação, muitas pessoas ainda a consideram uma doença. Podemos detectar esse preconceito através da observação das atitudes sociais frente a essas crianças. Esses indivíduos provocavam de alguma maneira o afastamento do meio social, pois, aquilo que é diferente e desconhecido, é ameaçador.
terça-feira, 9 de junho de 2009
TRABALHANDO EM GRUPO
Continuo sentindo dificuldades em trabalhar em grupo a distância. Fui tentar participar do primeiro fórum e não dei conta de acompanhar o bate-papo de forma que me senti excluida. Sei da necessidade de aprender trabalhar em grupo por isso, estou disposta a me empenhar ao máximo para colaborar com o grupo. Mas sinto necessidade de expor o meu ponto de vista acerca dos encontros on-line ou presenciais para o desenvolvimento do mesmo.
Em relação ao grupo já conversamos e conseguimos nos entender. Como o nosso curso é a distância existem alguns aspectos que dificultam os encontros, um deles é a minha lentidão para manter conversas on-line, pue está aos poucos sendo superada. Para não me prejudicar em relação a isto, tenho utilizado com mais frequência o e-mail.
Em relação ao grupo já conversamos e conseguimos nos entender. Como o nosso curso é a distância existem alguns aspectos que dificultam os encontros, um deles é a minha lentidão para manter conversas on-line, pue está aos poucos sendo superada. Para não me prejudicar em relação a isto, tenho utilizado com mais frequência o e-mail.
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