Quando iniciamos os trabalhos com PA no ano passado, foi muito difícil, totalmente novo, exigiu desde o início o trabalho coletivo, que também é novidade para mim.
Continuando a pensar e trabalhar sobre PA, continuo achando bastante complexo, no entanto, muito produtivo no processo de aprendizagem, pelas interações, diálogo, trocas que possibilita, pela flexibildades em relação a organização dos espaços para o registro das pesquisas que são realizadas em diversas fontes e precisam ser analisadas e selecionadas pelo grupo.
Estou compreendendo melhor algumas questões neste semestre, pois as leituras, a tese e outros elementos deixam mais claro o que é um PA e para que serve, sua importância para a aprendizagem. O PA nos dá possibilidades de trabalharmos de forma interdisciplinar, onde aluno e professor aprendem além das descobertas feitas a partir da questão de investigação, comprovação ou não das certezas, do esclarescimento das dúvidas, as questões relacionadas ao convívio social, a cooperação, o respeito, o desenvolvimento da autonomia e da consciência crítica.
Trabalhar de forma interdisciplinar é promover desafios que desencadeiem aprendizagens diversas.Mas este é um grande desfio precisamos mudar o discurso e a prática...
E, por falar em prática, teremos muitos desfios para trabalhar PA em bnossas escolas dentre eles um dos maiores será tecnológicos, pois muitas escolas não tem laboratório de informática adequado para atender as demandas de alunos existentes. Na escola em que trabalho por exemplo, tem apenas 79 alunos, mas apenas sete computadores, numa sala minúscula e não temos conexão internet.
"É fundamental diminuir a distância entre o que se diz e o que se faz, de tal forma que, num dado momento, a tua fala seja a tua prática."
Paulo Freire
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Algumas considerações sobre o Pólo universitário e o PEAD
No dia quatorze de outubro, tivemos, no Centro de Cultura de Sapiranga, uma aula inaugural sobre os cursos oferecidos na modalidade de ensino à distância no Pólo de nossa cidade. Participaram do evento representante das instituições envolvidas que são a Prefeitura Municipal de Sapiranga, FURG, UFPEL, UFSM e UFRGS. Também se fizeram presentes autoridades políticas, professores, tutores e alunos.
Que grata satisfação conatatar a evolução para a cidade de Sapiranga e região e termos a possibilidade de realizar uma graduação gratuito e ter acesso a um ensino de qualidade, que promove o crescimento pessoal e profissional que tanto sonhamos.
Eu, assim como muitos imigrantes da região vim movida pela expectativa de melhores condições de vida, de trabalho, de qualificação profissional, mas devido ao baixo salário havia fiz vestibular e me matriculei numa universidade privada, mas não consegui me manter.
Assim como eu, também muitas pessoas não tiveram condições de fazer cursos de graduação em universidade particular e por isso ressalto a importância do Pólo de Sapiranga oferecer diversos cursos de forma gratuita.
Sinto muito orgulho de fazer parte do primeiro curso de graduação que será formado pelo pólo de sapiranga e também pela descrição o perfil do aluno de EAD,p que nos caracterizou como autônomos, auto-disciplinados, capazes de buscar aprendizagens significavas e diferenciadas, sujeitos ativos de sua ação de aprendizagem, buscando sempre uma tomada de consciência dessa ação, como afirma Piaget. Isto de acordo com a fala do professor Gerson Luís Milan e Patrícia Alejandra professores da UFRGS.
* "Não é no silêncio que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão."
- "Pedagogia do Oprimido". Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987, p. 78
Que grata satisfação conatatar a evolução para a cidade de Sapiranga e região e termos a possibilidade de realizar uma graduação gratuito e ter acesso a um ensino de qualidade, que promove o crescimento pessoal e profissional que tanto sonhamos.
Eu, assim como muitos imigrantes da região vim movida pela expectativa de melhores condições de vida, de trabalho, de qualificação profissional, mas devido ao baixo salário havia fiz vestibular e me matriculei numa universidade privada, mas não consegui me manter.
Assim como eu, também muitas pessoas não tiveram condições de fazer cursos de graduação em universidade particular e por isso ressalto a importância do Pólo de Sapiranga oferecer diversos cursos de forma gratuita.
Sinto muito orgulho de fazer parte do primeiro curso de graduação que será formado pelo pólo de sapiranga e também pela descrição o perfil do aluno de EAD,p que nos caracterizou como autônomos, auto-disciplinados, capazes de buscar aprendizagens significavas e diferenciadas, sujeitos ativos de sua ação de aprendizagem, buscando sempre uma tomada de consciência dessa ação, como afirma Piaget. Isto de acordo com a fala do professor Gerson Luís Milan e Patrícia Alejandra professores da UFRGS.
* "Não é no silêncio que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão."
- "Pedagogia do Oprimido". Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987, p. 78
Ser professor/professora exercício democrático
Esta citação recebi do professor Crediné pela passagem/comemoração do dia do professor.
Uma das lições que o grande mestre Paulo Freire nos deixa e que continua, pelo exemplo da humidade, da dedicação e do sonho dos professores que temos e que nos mostram que aprendemos através da interação, do diálogo, das vivências com colegas professores,alunos.
Romper com o autoritarismo em nossas escolas é um desafio que precisamos aprender, superar e viver em nossas escola através do processo de gestão democrática.
"O que eu quero, na minha experiência é que o estudante que trabalhe comigo assuma também o papel de meu professor. O estudante com quem trabalho é estudante num momento e professor no outro. Eu sou o seu professor e o seu estudante e nisso não existe nenhuma contradição inconcebível. Quero dizer: é uma ruptura com o autoritarismo, o que eu aconselho e vivo e que não aconselho unicamente…”[Paulo Freire]
"A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do processo da busca. E ensinar e aprender não pode dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria."
Paulo Freire
Uma das lições que o grande mestre Paulo Freire nos deixa e que continua, pelo exemplo da humidade, da dedicação e do sonho dos professores que temos e que nos mostram que aprendemos através da interação, do diálogo, das vivências com colegas professores,alunos.
Romper com o autoritarismo em nossas escolas é um desafio que precisamos aprender, superar e viver em nossas escola através do processo de gestão democrática.
"O que eu quero, na minha experiência é que o estudante que trabalhe comigo assuma também o papel de meu professor. O estudante com quem trabalho é estudante num momento e professor no outro. Eu sou o seu professor e o seu estudante e nisso não existe nenhuma contradição inconcebível. Quero dizer: é uma ruptura com o autoritarismo, o que eu aconselho e vivo e que não aconselho unicamente…”[Paulo Freire]
"A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do processo da busca. E ensinar e aprender não pode dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria."
Paulo Freire
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Reflexão sobre o filme Meu Nome é Jonas
Assistindo o filme meu nome é Jonas, percebi que a grande dificuldade do menino foi a relutância dos pais em aceitar a surdez e buscar a ajuda adequada que pudesse possibilitasse a família entender o e menino e vice-versa. este fato provocou muitas discussões entre os pais , até o momento em que o pai resolve sair de casa. As crianças não entendem os motivos, mas a mãe não desiste de buscar ajuda para compreender e melhorar o relacionamento com seu filho em razão da sua deficiência. sabemos da importância da família para o desenvolvimento da autoestima dos filhos e no caso do filme, a mãe foi em busca de recursos para fazer este resgate e foi possível ver no final do filme a alegria estampada no rosto do menino.
Históricamente os deficientes eram excluidos do convívio social, discriminados, motivo de vergonha para a família em função das chacotas de algumas pessoas e o filme retrata bem esta questão.
A escola com uma visão equivocada, tenta trabalhar para tentar "tornar seus alunos surdos normais" através da repetição,de palavras, proibindo gestos e sinais, causando assim, revolta, tristeza e incompreensão e sensação de fracasso. Em relação a escola sabemos que a aprendizagem ocorre através do processo de construção, promovidos a partir de interações do indivíduos entre si e com o meio.
Apesar de, ser um filme antigo, já existia um grupo de pessoas da comunidade dos surdos que estavam se organizando e lutando para facilitar a comunicação dos surdos entre si e com os demais. As pessoas estavam procurando construir a identidade dos surdos através da língua de sinais que permite desenvolver habilidade de comunicação e a autonomia para que os surdos pudessem ter uma vida social ativa, participativa, compartilhando seus anseios com os demais membros da sociedade.
O convívio dos surdos entre si permite a elas a construção de identidade e favorece a comunicação dos mesmos através do uso de libras.
Infelizmente, a história de Jonas ainda acontece nos dias de hoje, pois, muitas famílias não conseguem ter um bom relaciomento com seus filhos surdos, ou portadores de outras deficiência.
Históricamente os deficientes eram excluidos do convívio social, discriminados, motivo de vergonha para a família em função das chacotas de algumas pessoas e o filme retrata bem esta questão.
A escola com uma visão equivocada, tenta trabalhar para tentar "tornar seus alunos surdos normais" através da repetição,de palavras, proibindo gestos e sinais, causando assim, revolta, tristeza e incompreensão e sensação de fracasso. Em relação a escola sabemos que a aprendizagem ocorre através do processo de construção, promovidos a partir de interações do indivíduos entre si e com o meio.
Apesar de, ser um filme antigo, já existia um grupo de pessoas da comunidade dos surdos que estavam se organizando e lutando para facilitar a comunicação dos surdos entre si e com os demais. As pessoas estavam procurando construir a identidade dos surdos através da língua de sinais que permite desenvolver habilidade de comunicação e a autonomia para que os surdos pudessem ter uma vida social ativa, participativa, compartilhando seus anseios com os demais membros da sociedade.
O convívio dos surdos entre si permite a elas a construção de identidade e favorece a comunicação dos mesmos através do uso de libras.
Infelizmente, a história de Jonas ainda acontece nos dias de hoje, pois, muitas famílias não conseguem ter um bom relaciomento com seus filhos surdos, ou portadores de outras deficiência.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Educação e sua Construção Histórica
Realizando o trabalho em duplas, ficou ainda mais clara o que já havíamos estudado em outros momentos do curso, segundo Jackson P.W “O que realmente se aprende em sala de aula são habilidades relacionadas com a obediência e a submissão à autoridade, através de um processo abstrato de pura memorização.”
Parece que a cultura escolar e suas fragmentações tem a ver com a alfabetização funcional que procura desenvolver as habilidades de leitura e escrita, apenas para desempenhar determinada função no mercado de trabalho, que se relacionam com os processo de fragmentação de produção na sociedade naquele momento. Havia a separação entre trabalho intelectual e manual, ou seja, aqueles que pensam e decidem e aqueles que obedecem, como exemplo, a esteira transportadora criada por Henry Ford (fordismo), que reforçou ainda mais, as políticas de desqualificação através desta mecanização.
E a partir da década de 80, inicia-se o processo de globalização das economias e a maior participação da classe trabalhadora na concepção, programação e avaliação dos resultados de suas próprias tarefas, obrigando assim, as empresas a investirem na formação profissional especializada. Inicia-se um processo de valorização do trabalho em equipe em oposição ao trabalho individual dos modelos fordistas e tayloristas.
A educação continua sendo criada, reformulada para atender a determinados interesses políticos e este processo será permanente, por isso, precisamos nos engajar a uma proposta que democratize o sistema de ensino e busque soluções coletivas para as questões educacionais do município, estado e país. Penso não haver outro modo mais eficaz para transformar, melhorar a qualidade da educação no nosso país, todos os segmentos precisam estar engajados nesta luta e nós como professores precisamos acreditar e continuar nos qualificando para que possamos contribuir e acompanhar as mudanças necessárias...
Em construção....
Parece que a cultura escolar e suas fragmentações tem a ver com a alfabetização funcional que procura desenvolver as habilidades de leitura e escrita, apenas para desempenhar determinada função no mercado de trabalho, que se relacionam com os processo de fragmentação de produção na sociedade naquele momento. Havia a separação entre trabalho intelectual e manual, ou seja, aqueles que pensam e decidem e aqueles que obedecem, como exemplo, a esteira transportadora criada por Henry Ford (fordismo), que reforçou ainda mais, as políticas de desqualificação através desta mecanização.
E a partir da década de 80, inicia-se o processo de globalização das economias e a maior participação da classe trabalhadora na concepção, programação e avaliação dos resultados de suas próprias tarefas, obrigando assim, as empresas a investirem na formação profissional especializada. Inicia-se um processo de valorização do trabalho em equipe em oposição ao trabalho individual dos modelos fordistas e tayloristas.
A educação continua sendo criada, reformulada para atender a determinados interesses políticos e este processo será permanente, por isso, precisamos nos engajar a uma proposta que democratize o sistema de ensino e busque soluções coletivas para as questões educacionais do município, estado e país. Penso não haver outro modo mais eficaz para transformar, melhorar a qualidade da educação no nosso país, todos os segmentos precisam estar engajados nesta luta e nós como professores precisamos acreditar e continuar nos qualificando para que possamos contribuir e acompanhar as mudanças necessárias...
Em construção....
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Processo de Alfabetização como Letramento
Sabemos que o problema do analfabetismo é a causa do empobrecimento, discriminação, e baixa qualidade de vida de milhares e milhares de pessoas. E a escola não está conseguindo transformar isto, está trabalhando sem levar em conta a realidade, não está conseguindo ser coerente com as vivências, interesses e necessidades em relação ao uso social da leitura e da escrita, a valorização dos conhecimentos prévios,diversidade cultural de cada região no trabalho do letramento.
Entendo que o letramento, vai muito além de aquisição de signos/códigos linguísticos (alfabéticos e numéricos) do qual, as escolas se encarregam de introduzir formalmente os sujeitos, processo que leva em conta apenas as habilidades individuais necessárias apenas para seu sucesso e promoção na escola.
A escola seria a agente oficial de letramento, mas como não está conseguindo desempenhar esta função com sucesso e perde o seu sentido, acaba contrastando com a família, a igreja, a rua como lugar de trabalho que mostram orientações de um letramento diferente, de acordo com as exigências e necessidades da vida dos sujeitos.
Penso que no momento em que as escolas, através de seus profissionais de educação trabalharem a partir da realidade deste conhecimento que o sujeito traz consigo, irá dar mais sentido ao processo ensino aprendizagem.
Entendo que o letramento, vai muito além de aquisição de signos/códigos linguísticos (alfabéticos e numéricos) do qual, as escolas se encarregam de introduzir formalmente os sujeitos, processo que leva em conta apenas as habilidades individuais necessárias apenas para seu sucesso e promoção na escola.
A escola seria a agente oficial de letramento, mas como não está conseguindo desempenhar esta função com sucesso e perde o seu sentido, acaba contrastando com a família, a igreja, a rua como lugar de trabalho que mostram orientações de um letramento diferente, de acordo com as exigências e necessidades da vida dos sujeitos.
Penso que no momento em que as escolas, através de seus profissionais de educação trabalharem a partir da realidade deste conhecimento que o sujeito traz consigo, irá dar mais sentido ao processo ensino aprendizagem.
Resposta aos comentários de linguagem
Resposta ao comentário 1:
..." é preciso destacar que a pontualidade na postagem do trabalho é um dos requisitos de avaliação. Quando precisar de ajuda ou tiver alguma dúvida, é só escrever." E sei destes requisitos mas nem sempre é possível realizar a atividade em tempo, estive com meu filho doente duas vezes em menos de duas semanas, vim um dia para o pólo e não havia conexão com a internet e consegui me conectar apenas alguns minutos e neste pouco tempo não consegui realizar atividade, tentei abrir o texto no rooda para observar novamente a atividade e responder ao comentário e não abriu, não estou conseguindo me conectar com o rooda e assim, me preocupo mas irei fazendo o que é possível, buscando entender a temáticas que estão sendo abordadas.
Gostaria de mencionar aqui o fato de que também sei que somos alunos de um curso universitário de uma universidade muito bem conceituada e me sinto uma previlegiada por isso.
Este comentário me levou a pensar nos meus alunos, na necessidade de ter calma, promover atividades de acordo com a realidade e interesses e levar em conta o ritmo de cada um no processo de construção da aprendizagem, que aliás, considero o requisito mais relevante no processo de avaliação.
Penso que precisamos ser responsáveis e pontuais no cumprimento das etapas das atividades,mas não fazer com que isso se torne algo superficial, sem promover realmente aprendizagem nem deixar que isso prejudique a nossa avaliação.
Resposta ao comentário 2:
"No seu último parágrafo, você relata que a exclusão das diferenças individuais e socioculturais possivelmente repercutem na repetência e evasão escolar. A partir disso, proponho uma reflexão: Ao se levar em consideração a alfabetização e o letramento, como poderíamos planejar e desenvolver um projeto pedagógico que trabalhasse a fim de acolher essas diferenças que prejudicam e afastam nossos alunos da escola?"
Penso que para desenvolver um projeto político pedagógico que trabalhasse no sentido de acolher as diferenças que prejudicam e afastam os nossos alunos da escola seria necessário haver mais coerência com a realidade, as vivências do povo de cada região, a valorização maior dos conhecimentos prévios, das diferenças étnicas, dos diferentes ritmos de aprendizagens, estágios de desenvovimento, da construção do conhecimento através de interações significativas, de diálogo onde a família também esteja engajada e valorizada neste processo e perceba a importância da escola, necessário também que a avaliação seja vista como um processo permanente em relação a qualidade da aprendizagem e a necessidade de melhoria da prática do professor, da escola como um todo.
Observação: Respondi aos comentários no portfólio por não conseguir acesso ao rooda e contatos
..." é preciso destacar que a pontualidade na postagem do trabalho é um dos requisitos de avaliação. Quando precisar de ajuda ou tiver alguma dúvida, é só escrever." E sei destes requisitos mas nem sempre é possível realizar a atividade em tempo, estive com meu filho doente duas vezes em menos de duas semanas, vim um dia para o pólo e não havia conexão com a internet e consegui me conectar apenas alguns minutos e neste pouco tempo não consegui realizar atividade, tentei abrir o texto no rooda para observar novamente a atividade e responder ao comentário e não abriu, não estou conseguindo me conectar com o rooda e assim, me preocupo mas irei fazendo o que é possível, buscando entender a temáticas que estão sendo abordadas.
Gostaria de mencionar aqui o fato de que também sei que somos alunos de um curso universitário de uma universidade muito bem conceituada e me sinto uma previlegiada por isso.
Este comentário me levou a pensar nos meus alunos, na necessidade de ter calma, promover atividades de acordo com a realidade e interesses e levar em conta o ritmo de cada um no processo de construção da aprendizagem, que aliás, considero o requisito mais relevante no processo de avaliação.
Penso que precisamos ser responsáveis e pontuais no cumprimento das etapas das atividades,mas não fazer com que isso se torne algo superficial, sem promover realmente aprendizagem nem deixar que isso prejudique a nossa avaliação.
Resposta ao comentário 2:
"No seu último parágrafo, você relata que a exclusão das diferenças individuais e socioculturais possivelmente repercutem na repetência e evasão escolar. A partir disso, proponho uma reflexão: Ao se levar em consideração a alfabetização e o letramento, como poderíamos planejar e desenvolver um projeto pedagógico que trabalhasse a fim de acolher essas diferenças que prejudicam e afastam nossos alunos da escola?"
Penso que para desenvolver um projeto político pedagógico que trabalhasse no sentido de acolher as diferenças que prejudicam e afastam os nossos alunos da escola seria necessário haver mais coerência com a realidade, as vivências do povo de cada região, a valorização maior dos conhecimentos prévios, das diferenças étnicas, dos diferentes ritmos de aprendizagens, estágios de desenvovimento, da construção do conhecimento através de interações significativas, de diálogo onde a família também esteja engajada e valorizada neste processo e perceba a importância da escola, necessário também que a avaliação seja vista como um processo permanente em relação a qualidade da aprendizagem e a necessidade de melhoria da prática do professor, da escola como um todo.
Observação: Respondi aos comentários no portfólio por não conseguir acesso ao rooda e contatos
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